sábado, 19 de julho de 2008

A honra é minha

Queria eu poder descrever,
A sensação que tive a me enlouquecer,
O brilho radiante que ofuscava,
E eu tolo sem entender nada.

Sua imagem gravada como tatuagem,
Em meus olhos, pensamentos e gestos,
Um dia, foi e bastou,
Para que sentisse o ardor de Deus Eros.

Única forma contento sutil,
Citaras ao longe, angelical tom ruiu,
Um castelo de reino sem rei,
Sem trono, sem dono, eu sei.

As nuvens ao longe rodeiam,
Ingênuas não sabiam que,
As copas das árvores querem beijá-la,
Como eu quero te ver.

Verdes prados observo das alturas,
Pássaros trazem boas novas,
O vento traz a doce brisa,
E tu me devolves a vida.

Renasci ao respirar-te,
Aprendi ao querer-te,
Fui feliz ao ter-te,
Acreditei ao ver-te.

Em meio a pétalas brancas,
Do jardim imaginário,
Do meu castelo de contos,
Das linhas deste diário.

Nenhum comentário: