Arqueiros do norte, flechas de pontas
De marcas profundas, da boca que canta
Melodia em silêncio, ecoado sonido
Do longe se ouve, provendo martírio
Do sul se levanta escudo de bronze
Austero viajante, sereno semblante
Pensador pensando pensar no tempo
Sem resolução, da aurora até firmamento
D’água então reflexo surgiu
Amargoso sabor nos olhos sentiu
E fitava em constância, ali parada
Intentava mas não compreendia nada
Cerrando os olhos, virando de costas
Marchando parado, voltando pra casa
Descartando saber o que anseia aprender
É de veludo o toque que destrói o ser
Do céu desejava compreensão
Sem vela habitava escuridão
Sem sentido o âmago se esvaia
No ultimo raio do sol que partia
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