Do amor ao perdão
Da dor a rendição
Do âmago a imensidão
Os sonhos do coração
E pensamentos jogava ao vento
Não mais se importava com o tempo
Não com intenção de corteja-la
mas porque muito precisava
Deixar fluir invariamelmente
Com abstinência, sereno prosseguiu
Os pensamentos de sua mente
Audácia e estúcia que nunca partiu
Transbordando, caindo pelas beradas
Aquilo que de melhor havia herdado
sem um outro, tornar-se-á nada
O que por eras tinha guardado
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